Você acha que Deus se importa?

Com se você beija alguém do mesmo sexo, de outro sexo, do mesmo sexo de novo? Com se você ama alguém que tem a mesma opção sexual que você, ou não? Com se você tem mais quilômetros de viagem que o cunhado que leva álbuns novos de viagens novas já falando dos próximos planos de viagens novas que gerará os álbuns do próximo encontro de famílias?

Com a roupa que você usa e que te difere daquele e daquela que não tem uma roupa símbolo de deixar bem claro que você é superior ou superiora?

Com o CEP de onde você mora, ainda que grande parte das pessoas que você nunca viu, porque são invisíveis, nem cep tenham – no lugar onde eu moro, às vezes os Ubers cancelam a corrida, e tem cep?

Se você frequenta festas e encontros em lugares onde você olha à sua volta (e a verdade é que você não olha) e não vê ninguém diferente de você. Todos brancos e lindos e despreocupados e leves e sorridentes e esperando dar a hora dos motoristas ou pais buscarem ou de você buscar ou mandar alguém buscar teus filhos? Se você chama Deus de Deus, Jesus, Alá, Olorum, Brama, Jehová ou qualquer outro nome, desde que esse nome carregue em seu arcabouço uma fé genuína?

Como cresci cristão e sou louco por Jesus de Nazaré, escolho terminar esse ensaio com palavras dele, deixando bem claro com o que o sagrado mais humano de todos se importa:

“O Espírito de Deus está sobre mim; ele me escolheu para pregar a mensagem das boas-novas aos pobres, enviou-me para anunciar perdão aos prisioneiros e a recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e indefesos”.

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